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terça-feira, 15 de setembro de 2009

NACIONAL: DE OLHO EM 2010, EXECUTIVA DO PDT SE REUNIU HOJE EM BRASÍLIA

A executiva do PDT reuniu-se hoje (15/9) pela manhã em Brasília na liderança do partido e foi recebida pelo atual líder, o deputado Dagoberto Nogueira. Nomes fortes dentro da legenda, como Brizola Neto, Manoel Dias, Cristovam Buarque e Alceu Collares fizeram parte do encontro. A reunião foi marcada para discutir os programas e metas do PDT pensando nas eleições de 2010.

Acordando também as propostas que serão defendidas nas eleições. O primeiro passo para isso é definir um programa para todo o partido e manter a unicidade do discurso. Esses assuntos serão levados, em comum acordo com toda a bancada, ao conhecimento do Ministro Carlos Lupi e do Deputado Vieira da Cunha, presidente do PDT. A meta, ainda para esse ano, é começar a preparar e qualificar os quadros do partido que concorrerão nas eleições de 2010 pelo PDT.

Segundo Dagoberto, a legenda levará embasamento teórico e ideológico para os candidatos que defenderão o partido nas urnas no próximo ano. Ao sair da reunião Dagoberto estava empolgado e disse: "eu tenho orgulho de fazer parte do PDT e ver figuras tão importantes do partido cobrando mudanças no país".

A próxima reunião do partido está marcada para outubro e vai contar com o conselho político, executiva do partido e bancada da Câmara e do Senado. Até lá o PDT já decidiu em apoiar um candidato próprio ou outro candidato da base aliada. Dagoberto Nogueira afirma ainda não ter sido procurado nem por Lula, nem por Dilma e por ninguém do PT afim de assumir compromisso de apoio a candidata do governo a presidência. "Somos da base aliada e a única certeza que temos é que em hipótese alguma apoiaremos o Serra", disse Dagoberto.

O objetivo é fazer um grande encontro em outubro e levar ao conhecimento de todos a ideologia do partido, além de deixar claro o desejo de aumentar as cadeiras no Congresso Nacional. Hoje o PDT ocupa 25 cargos na Câmara e almeja 50, já no Senado ocupa 5 cadeiras e pretende aumentar para 8.

Fonte: Alessandro Perin (capitalnews.com.br)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CRISTOVAM DEFENDE CANDIDATURA DO PDT À PRESIDÊNCIA

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu, nesta sexta-feira (11), que o PDT tenha candidatura própria à Presidência da República e colocou seu nome à disposição do partido. Cristovam também defendeu o surgimento de outros candidatos que falem em "mudar a cara do Brasil" e afirmou que o que se precisa buscar agora, mais do que continuidade, é avanço.

- O governo do presidente Lula é um avanço em relação ao que acontecia no passado, mas um avanço insuficiente. Precisamos que o Brasil avance mais - sustentou o senador, afirmando que, dos nomes hoje na disputa, só o de Marina Silva vem com a ideia de mudar a cara do país.

Para Cristovam, o importante é que os eleitores tenham a opção de votar em candidatos com propostas alternativas, que apresentem uma dimensão transformadora, que não representem continuísmo e muito menos o retrocesso.

- Não importa se [o candidato] será viável ou não do ponto de vista eleitoral, se chegará ao segundo turno, mas que traga sua marca de um Brasil diferente. Se meu partido quiser, estou pronto para carregar essa bandeira de novo - declarou ele.

Brasil limpo

Cristovam levou ao Plenário a ideia de um "Brasil limpo", representado, na economia, pelo crescimento com equilíbrio ambiental e com distribuição de renda. Mesmo reconhecendo o papel do Bolsa Família, ele defendeu um modelo onde a distribuição de renda não seja generosidade do Estado, mas fruto das estruturas da própria economia.

Defendeu ainda um Brasil "limpo de violência", onde as crianças estejam na escola, e não nos sinais de trânsito, pedindo esmola. Um país no qual a saúde seja eficiente e para todos.

Conforme o parlamentar, a democracia também deve ser limpa: sem analfabetismo, com ética na política e participação popular.

- Esta é uma visão diferente daquela que está nos discursos dos candidatos. Esse Brasil limpo tem um vetor fundamental: a revolução na educação - completou.

Pré-sal

O senador elogiou ainda a decisão do presidente Lula de retirar o pedido de urgência para a votação, no Congresso Nacional, dos quatro projetos de lei referentes à exploração de petróleo na camada pré-sal .

Da Redação / Agência Senado